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	<title>Companhia das Cordas - Escola de Música</title>
	<link>http://www.companhiadascordas.com.br</link>
	<description>Site da Escola de Música Companhia das Cordas com unidades em Alto de Pinheiros e Higienópolis em São Paulo - SP.</description>
	<pubDate>Thu, 28 Aug 2008 15:23:57 +0000</pubDate>
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		<title>Improvisação em Blues</title>
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		<pubDate>Thu, 28 Aug 2008 15:21:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Companhia das Cordas</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Aulas e Artigos]]></category>

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		<description><![CDATA[Aprenda técnicas de Blues com este vídeo de Gustavo Resende]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>
<div align="center"><object width="425" height="344">
<param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/9LS0gAVUw-o&#038;hl=pt-br&#038;fs=1"></param>
<param name="allowFullScreen" value="true"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/9LS0gAVUw-o&#038;hl=pt-br&#038;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowfullscreen="true" width="425" height="344"></embed></object></div></p>
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		<title>José Roberto Araújo e Pelo Telefone</title>
		<link>http://www.companhiadascordas.com.br/2008/08/18/jose-roberto-araujo-e-pelo-telefone/</link>
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		<pubDate>Mon, 18 Aug 2008 15:13:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Companhia das Cordas</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Acontece]]></category>

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		<description><![CDATA[José Roberto Araújo volta ao Tocador de Bolachas com o seu regional de choro, o Pelo Telefone.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Peço ao Zé que me fale um pouco sobre o Pelo Telefone. &#8220;A única coisa certa é que tocamos choros tradicionais, os mais conhecidos possíveis&#8221;, diz o violonista, para apresentar a proposta do grupo. </p>
<p>Entre os compositores escolhidos, Waldir Azevedo, que Zé Roberto lembra ser muito criticado pelos seguidores de Jacob do Bandolim. </p>
<p>O impagável Derico Sciotti é a flauta do Pelo Telefone. Entre uma música e outra, sempre se pode esperar uma das pérolas do músico que se tornou conhecido por praticar um humor debochado e nonsense todas as noites no Programa do Jô, onde está desde 1990. </p>
<p>Destaque para André de Sapato Novo, no repertório que não segue roteiro. &#8220;O improviso é a marca&#8221;, sintetiza José Roberto. </p>
<p><strong>Data:</strong> 26/08/08<br />
<strong>Horário:</strong> a partir das 21h30<br />
<strong>Onde:</strong> Tocador de Bolacha<br />
<strong>Endereço:</strong> Rua Patizal, 72 - Vila Madalena</p>
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		<item>
		<title>Dicas de Outside</title>
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		<pubDate>Mon, 18 Aug 2008 15:08:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Companhia das Cordas</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Aulas e Artigos]]></category>

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		<description><![CDATA[Léo Muniz preparou, especialmente para o site, uma aula sobre a técnica do outside]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src='http://www.companhiadascordas.com.br/wp-content/uploads/2008/08/27_sax_leo.jpg' alt='27_sax_leo.jpg' class="center" /></p>
<p>Podemos dizer que o &#8220;outside&#8221; é uma técnica que atrai bastante os improvisadores, pois proporciona uma condução melódica rica em tensões, timbres e uma idéia de total liberdade. Na verdade, fruto de bastante trabalho e estudo, essa liberdade vai exigir do improvisador total domínio técnico do instrumento e um profundo conhecimento harmônico.</p>
<p>Tudo começa com uma boa analise harmônica. Outside é sair da harmonia e para sair da harmonia precisamos conhecê-la muito bem. Praticar escalas e arpejos no instrumento também é de extrema importância.</p>
<p>Para não parecer um bicho-de-sete-cabeças e acostumarmos com o som dissonante, proponho um estudo aonde essas dissonâncias virão de forma gradual. Como exemplo, usaremos uma cadência bastante comum na música tonal: II - V - I. Pensando no campo harmônico de Dó maior: Dm7 – G7 – Cmaj7. Considerando um compasso de Dm7, um compasso de G7 e dois compassos de Cmaj7, teremos um pequeno chorus de quatro compassos.</p>
<p><img src='http://www.companhiadascordas.com.br/wp-content/uploads/2008/08/18_aula_outside_1.jpg' alt='18_aula_outside_1.jpg' class="center" /></p>
<ol>
<li>Estudar os arpejos dos acordes e em seguida improvisar usando somente eles, obedecendo ao tempo de cada um. Eles servirão como uma espécie de &#8220;esqueleto&#8221; do improviso.</li>
</ol>
<p><img src='http://www.companhiadascordas.com.br/wp-content/uploads/2008/08/18_aula_outside_2.jpg' alt='18_aula_outside_2.jpg' class="center" /><br />
<img src='http://www.companhiadascordas.com.br/wp-content/uploads/2008/08/18_aula_outside_3.jpg' alt='18_aula_outside_3.jpg' class="center" /></p>
<ol start="2">
<li>Pensar no <strong>centro tonal</strong>, improvisar usando a escala de dó maior (estude antes a escala e os arpejos do campo harmônico). Nossa preocupação agora está na criação melódica. Brinque com motivos rítmicos, abuse de saltos, etc.</li>
</ol>
<p><img src='http://www.companhiadascordas.com.br/wp-content/uploads/2008/08/18_aula_outside_4.jpg' alt='18_aula_outside_4.jpg' class="center" /></p>
<ol start="3">
<li>Substituir a escala do centro tonal por sua relativa (dó maior = lá menor).
<ol type="a">
<li>lá menor harmônica (estude antes a escala e os arpejos do campo harmônico).</li>
<li>lá menor melódica (estude antes a escala e os arpejos do campo harmônico).</li>
</ol>
<p>As notas fá# e sol# causarão certo estranhamento, mas lembre-se que estamos apenas estudando e acostumando com o som das escalas.
</ol>
<p><img src='http://www.companhiadascordas.com.br/wp-content/uploads/2008/08/18_aula_outside_5.jpg' alt='18_aula_outside_5.jpg' class="center" /><br />
<img src='http://www.companhiadascordas.com.br/wp-content/uploads/2008/08/18_aula_outside_6.jpg' alt='18_aula_outside_6.jpg' class="center" /></p>
<ol start="4">
<li>Substituir pela pentatônica (blues) de lá.</li>
</ol>
<p><img src='http://www.companhiadascordas.com.br/wp-content/uploads/2008/08/18_aula_outside_7.jpg' alt='18_aula_outside_7.jpg' class="center" /></p>
<ol start="5">
<li>Usar os cromatismos gerados por todas essas escalas juntas. Agora é uma hora importante para lembrar do &#8220;esqueleto&#8221; (arpejos da cadência) e usá-lo para encontrar as resoluções das tensões.</li>
</ol>
<p><img src='http://www.companhiadascordas.com.br/wp-content/uploads/2008/08/18_aula_outside_8.jpg' alt='18_aula_outside_8.jpg' class="center" /></p>
<ol start="6">
<li>Tonalidades afastadas.<br />
Os tons mais distantes do nosso centro tonal – dó maior – correspondem a:
<ol type="a">
<li>trítono, fá# maior.</li>
<li>meio tom acima, dó# maior.</li>
<li>meio tom abaixo, si maior.</li>
</ol>
<p>Começar escolhendo um compasso no nosso pequeno chorus. Nesse compasso usaremos uma dessas tonalidades (fá# ou dó# ou si). O importante aqui é construir frases unindo os dois tons (ex: fá#maior – dó maior). Para resolver a tensão melódica gerada pelo tom afastado, pense em caminhar para as notas do acorde, principalmente.
</ol>
<p><img src='http://www.companhiadascordas.com.br/wp-content/uploads/2008/08/18_aula_outside_9.jpg' alt='18_aula_outside_9.jpg' class="center" /></p>
<ol>
As tensões, na prática, não necessariamente precisam ser resolvidas. Faz parte do estudo saber resolve-las para que se crie uma intenção melódica, aquela certeza do que estamos fazendo. Segurança na hora do improviso é um grande fator, muito mais do que simplesmente tocar certo.
</ol>
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		<title>Haru no Umi em Brasília</title>
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		<pubDate>Fri, 15 Aug 2008 04:24:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Companhia das Cordas</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Acontece]]></category>

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		<description><![CDATA[Camilo Carrara (violão) e Tamie Kitahara (koto e shamisen)]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Data:</strong> dias 19, 20 e 21 de agosto<br />
<strong>Horário:</strong> 21hs<br />
<strong>Local:</strong> Caixa Cultural, Brasília - DF<br />
<strong>Endereço:</strong> SBS Quadra 04, Anexo do Edifício da CAIXA - Brasília/DF</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
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		<title>Camilo Carrara e Concerto de Câmara com OSESP</title>
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		<pubDate>Fri, 15 Aug 2008 04:23:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Companhia das Cordas</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Acontece]]></category>

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		<description><![CDATA[Camilo Carrara participa da montagem da A Ópera dos três Vinténs: Suite para Sopros, de Kurt Weill Wagner Polistchuk, regente]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Data:</strong> dia 24 de agosto<br />
<strong>Horário:</strong> 17hs<br />
<strong>Local:</strong> Sala São Paulo<br />
<strong>Endereço:</strong> Entrada do estacionamento pela Rua Mauá, 51 - São Paulo/SP</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
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		<title>Camilo Carrara e Sinfônica Jovem</title>
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		<pubDate>Fri, 15 Aug 2008 04:19:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Companhia das Cordas</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Acontece]]></category>

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		<description><![CDATA[Programa em homenagem ao Centenário da Imigração Japonesa]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Músicos:</strong> Banda Sinfônica Jovem do Estado de São Paulo, Marcos Sadao Shirakawa (regente) e Camilo Carrara (solista)<br />
<strong>Data:</strong> dia 17 de agosto<br />
<strong>Horário:</strong> 19hs<br />
<strong>Local:</strong> Memorial da América Latina<br />
<strong>Endereço:</strong> Av. Auro Soares de Moura Andrade, 664 - São Paulo/SP<br />
<strong>Ingressos:</strong> Entrada franca</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
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		<title>#14 Acho Que Cansamos</title>
		<link>http://www.companhiadascordas.com.br/2008/08/07/14-acho-que-cansamos/</link>
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		<pubDate>Thu, 07 Aug 2008 14:35:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Companhia das Cordas</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[PodCast]]></category>

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		<description><![CDATA[Pop rock acústico de Gustavo]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Acho Que Cansamos</strong> - Gustavo Resende</p>
<p><a href="http://www.companhiadascordas.com.br/wp-content/uploads/2008/08/07_14_um.mp3">Baixe a faixa aqui.</a></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>#13 Minha Peça Rara</title>
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		<pubDate>Thu, 07 Aug 2008 14:26:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Companhia das Cordas</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[PodCast]]></category>

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		<description><![CDATA[Um gostinho do som acústico de Gustavo Resende]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Minha Peça Rara</strong> - Gustavo Resende</p>
<p><a href="http://www.companhiadascordas.com.br/wp-content/uploads/2008/08/07_13_minha.mp3">Baixe a faixa aqui.</a></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Escalas Pentatônicas</title>
		<link>http://www.companhiadascordas.com.br/2008/08/05/escalas-pentatonicas/</link>
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		<pubDate>Tue, 05 Aug 2008 22:04:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Companhia das Cordas</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Aulas e Artigos]]></category>

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		<description><![CDATA[Uma aula especialmente preparada por José Roberto Araújo]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Clique no ícone para fazer o download da aula:</strong></p>
<p><a href="wp-content/uploads/2008/04/01_escalas_pentatonicas.pdf"><img src='http://www.companhiadascordas.com.br/wp-content/uploads/2008/08/05_acrobat.jpg' alt='05_acrobat.jpg' class="left" /></a></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>A Arte do Bend</title>
		<link>http://www.companhiadascordas.com.br/2008/08/04/a-arte-do-bend/</link>
		<comments>http://www.companhiadascordas.com.br/2008/08/04/a-arte-do-bend/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 05 Aug 2008 02:44:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Companhia das Cordas</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Aulas e Artigos]]></category>

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		<description><![CDATA[Gustavo Resende preparou, especialmente para o site da Companhia, uma aula virtual sobre a técnica dos bendings. Veja transcrições em partituras e links para assistir os exemplos no youtube.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Alguns dizem que, ao escutar o bend de uma guitarra, lembram de um choro, um gemido, um berro ou um lamento&#8230; </p>
<p>O fato é que, em se tratando da guitarra elétrica, essa técnica utilizada em instrumentos de cordas ganha uma proporção gigante, ao conseguir um &#8220;cantado&#8221; quase que humano. </p>
<p>O timbre diversificado, que é conseqüência das combinações madeira/captador/calibre da corda/amplificador/pedais de efeito, faz com que a guitarra seja um dos instrumentos que mais adquire &#8220;personalidade&#8221;. Acredite se quiser, mas é possível identificar um guitarrista por uma única nota&#8230; um único bend. </p>
<p>Um guitarrista de blues, rock (e mesmo no pop), não &#8220;sobrevive&#8221; sem a técnica dos bends e alguns se destacaram pela sonoridade adquirida com eles. O jazz, principalmente o mais &#8220;puro&#8221;, já não depende dessa técnica. No caso da música country a história é outra: existem muitos bends com notas duplas e uma técnica bem específica.</p>
<p>Agora, quero citar alguns solos marcantes pela execução de seus bends e seus respectivos mestres. De alguns exemplos citados segue a transcrição abaixo. </p>
<p>Escute Wonderful Tonight <a href="http://www.youtube.com/watch?v=F44BcGjIbAA">[clique aqui]</a> de Eric Clapton e veja como o bend pode valorizar uma simples melodia.</p>
<p><img src='http://www.companhiadascordas.com.br/wp-content/uploads/2008/08/04_bend_02.jpg' alt='04_bend_02.jpg' class="center" /></p>
<p>Quer &#8220;calibrar&#8221; e adquirir força e resistência na sua mão-esquerda na hora do bend? Tire Hotel California da dupla Don Felder e Joe Walsh do Eagles e tenha o orgulho de tocar aquele que foi considerado mais de uma vez o maior solo de guitarra de todos os tempos. </p>
<div align="center"><object width="425" height="344">
<param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/hcwr1nbmWLI&#038;hl=en&#038;fs=1"></param>
<param name="allowFullScreen" value="true"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/hcwr1nbmWLI&#038;hl=en&#038;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowfullscreen="true" width="425" height="344"></embed></object></div>
<p><strong><em>Eagles - Hotel California</em></strong></p>
<p>Apesar de ser da geração dos &#8220;fritadores&#8221; dos anos 80/90 perceba quanta emoção, e o quão difícil é executar aqueles bends agudos de Crying <a href="http://www.youtube.com/watch?v=JqM0NRUW7yI">[clique aqui]</a>, de Joe Satriani. </p>
<p>Quer executar bends de ½, 1 tom, 1 tom e 1/2 na mesma música e sofrer para manter o sustain das notas: The Wall <a href="http://www.youtube.com/watch?v=M_bvT-DGcWw">[clique aqui]</a> com o mestre David Gilmour.</p>
<p><img src='http://www.companhiadascordas.com.br/wp-content/uploads/2008/08/04_bend_05.jpg' alt='04_bend_05.jpg' class="center" />  </p>
<p>Achou que eu fosse me esquecer dele? Hendrix dá uma aula nesse assunto em <a href="http://www.youtube.com/watch?v=BCwCBh0z3Hs">[clique aqui]</a> All Along the Watchtower  </p>
<p>A música que mais me emociona pela capacidade que os bendings têm de fazer a guitarra &#8220;falar&#8221; é uma interpretação de Jeff Beck para um tema de Stevie Wonder e se chama Cause We&#8217;ve Ended As Lovers. Essa gravação foi citada pelo Satriani como uma das maiores referências da guitarra melódica. Outros mestres dessa arte: Gary Moore escute Still Got the Blues <a href="http://www.youtube.com/watch?v=4O_YMLDvvnw">[clique aqui]</a>, Carlos Santana, Jimmy Page, Larry Carlton&#8230; Quer um bend agressivo e dificílimo de reproduzir? Qualquer solo do Zakk Wilde&#8230; é impressionante!!! </p>
<div align="center"><object width="425" height="344">
<param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/JDgjBl86vq8&#038;hl=en&#038;fs=1"></param>
<param name="allowFullScreen" value="true"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/JDgjBl86vq8&#038;hl=en&#038;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowfullscreen="true" width="425" height="344"></embed></object></div>
<p><strong><em>Jeff Beck Cause We&#8217;ve Ended As Lovers</em></strong> </p>
<p>Afinação, limpeza e sustain são os três itens básicos para dominar essa técnica. Toque bends pelo braço inteiro de ½, 1, 1 e ½ e 2 tons até aprender a &#8220;pressão&#8221; exata que cada corda necessita em cada região do mesmo. Os bends são mais utilizados nas três primeiras cordas e são poucos guitarristas que utilizam o dedo 4 para isso. Quando &#8220;bendear&#8221; com os dedos 3 ou 2, use o dedo anterior junto apoiando. Ex. coloque o dedo 3 na nota a ser erguida e faça esse movimento com o dedo 2 junto. Para seu bend soar mais limpo, não deixe &#8220;sobras&#8221; das cordas soltas. Para elas não ficarem soando, abafe-as com o dedo 1. Se o bend for com o dedo 1 isso acontecerá naturalmente. Quando usamos um encordoamento mais pesado e a &#8220;ação&#8221; das cordas mais alta, perdemos performance em frases rápidas e com muitas notas, em compensação, na hora do bend teremos um belo e duradouro sustain. </p>
<div class="multipleBoxes">
<h4>Mais bends [clique aqui]</h4>
<div><img src='http://www.companhiadascordas.com.br/wp-content/uploads/2008/08/04_bend_01.jpg' alt='04_bend_01.jpg' class="center" /><br />
<img src='http://www.companhiadascordas.com.br/wp-content/uploads/2008/08/04_bend_03.jpg' alt='04_bend_03.jpg' class="center" /><br />
<img src='http://www.companhiadascordas.com.br/wp-content/uploads/2008/08/04_bend_04.jpg' alt='04_bend_04.jpg' class="center" /><br />
<img src='http://www.companhiadascordas.com.br/wp-content/uploads/2008/08/04_bend_06.jpg' alt='04_bend_06.jpg' class="center" /><br />
<img src='http://www.companhiadascordas.com.br/wp-content/uploads/2008/08/04_bend_07.jpg' alt='04_bend_07.jpg' class="center" /></div>
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