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Paul McCartney vai lançar disco de música eletrônica em novembro

Paul McCartney vai lançar um disco de música eletrônica sob o pseudônimo de The Fireman. “Electric arguments”, o terceiro trabalho do ex-Beatle com o produtor Youth, sai em novembro e deve misturar diversos estilos, segundo reportagem da BBC.

A dupla tentou manter sigilo sobre sua verdadeira identidade quando seu primeiro disco foi lançado, em 1993, mas a informação acabou vazando e foi divulgada na imprensa.

Em 1998, Sir Paul e Youth lançaram “Rushes”.

Uma das faixas do novo álbum será disponibilizada para download aos adeptos da campanha “Adopt-A-Minefield”.

Este será o primeiro disco de McCartney desde o lançamento de “Memory almost full”, do ano passado.
O álbum chegou ao terceiro lugar nas paradas americanas e vendeu cerca um milhão e meio de cópias no mundo todo até agora.

Do G1, em São Paulo

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Morre tecladista do Pink Floyd

Morreu nesta segunda-feira, 15, Rick Wright, que foi tecladista do Pink Floyd. De acordo com informações da BBC, o músico de 65 anos estava com câncer em parte do corpo não divulgada por médicos ou pela família do músico.

Wright foi um dos fundadores da banda psicodélica inglesa. Tinha muita participação nas composições de músicas do grupo até o completo domínio de Roger Waters, em meados da década de 70. Antes, chegou também a ser vocalista diversas canções da banda, entre elas “Astronomy Domine”, “Remember that Day” e “Breathe”, juntamente com David Gilmour, do álbum Dark Side of the Moon.

Em comunicado oficial, o assessor do músico diz que “a família de Rick Wright informa com tristeza que Richard morreu hoje após uma pequena batalha contra o câncer. A família pede que sua privacidade seja respeitada neste momento de tristeza”.

Com a banda sob a influência de Waters, o tecladista foi demitido do grupo após as gravações do álbum The Wall, de 1979. Na época, o restante da banda afirmou que Wright precisava tratar seu vício em drogas, o que nunca ficou confirmado em nenhuma biografia oficial da banda.

Mesmo demitido, Wright tocou na turnê completa de The Wall, além de ter gravado todos os teclados de The Final Cut (álbum de 1981), sempre como músico contratado. Recluso, o tecladista mostrava interesse público em um retorno do Pink Floyd sempre que falava à imprensa.

Wright é o segundo integrante do Pink Floyd a morrer. Em 2006, o primeiro vocalista do grupo, Syd Barrett, faleceu em sua casa após ter passado mais da metade de sua vida recluso por problemas relacionados ao excesso de substâncias alucinógenas.

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Fãs de música clássica são parecidos com fãs do heavy metal, diz pesquisa

Londres (AFP) – Os fãs de música clássica e os fãs do heavy metal têm muito mais coisas em comum do que poderíamos imaginar, segundo um estudo britânico publicado nesta sexta-feira e que estabelece uma relação entre gosto musical e personalidade.

Assim como os fãs da música clássica, os fãs do metal são criativos, constatou o estudo, realizado nos três últimos anos por Adrian North, professor de psicologia da Universidade Heriot-Watt de Edimburgo.

Os admiradores do heavy metal compartilham “um amor pela magnificência”, que os predispõe a apreciar da mesma maneira algumas obras de música clássica.

“Fora a diferença de idade, são fundamentalmente o mesmo tipo de pessoa”, disse o professor North. “Muitos seguidores do heavy metal dirão que também gostam de Wagner porque ele é grandioso, barulhento e exuberante”.

Além disso, o estudo demonstrou que ao contrário do que se pensa, os fãs do heavy metal têm um temperamento agradável, não são os mais veemente no trabalho e têm pouco confiança em si mesmos. Já os admiradores da música clássica têm uma boa opinião de si mesmo, de acordo com este estudo.

“O público sempre taxou os fãs do heavy metal como deprimidos e suicidas, como um risco para a sociedade e para eles mesmos. Entretanto, são pessoas muito delicadas”, ressaltou Adrian North.

Segundo o estudo, os fãs do country são trabalhadores, os fãs do rap são sociáveis, e os do jazz têm espírito de inovação e grande auto-estima.

“Nós sempre havíamos suspeitado da relação entre os gostos musicais e a personalidade”, disse North. “Esta é a primeira vez que somos capazes de observar esta tese em detalhe. Ninguém nunca havia realizado um estudo desta ordem”.

Mais de 36.000 pessoas em todo o mundo foram entrevistadas para este estudo, falando sobre 104 estilos musicais e responderam a perguntas sobre sua personalidade.

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Estudo britânico revela impacto dos Beatles na memória

A música do grupo britânico Beatles está associada a momentos positivos, segundo um estudo sobre a memória efectuado pela Universidade de Leeds e hoje divulgado.

Realizado ao longo dos últimos seis meses, o estudo envolveu três mil pessoas de 69 nacionalidades, que tiveram de relatar memórias associadas às músicas dos Beatles e às notícias sobre os quatro elementos.

Intitulada “Magical Memory Tour” - uma referência ao álbum “Magical Mistery Tour”, a investigação permitiu perceber que a maioria das pessoas associa as canções dos Beatles a memórias de infância, a pedidos de casamento, a desejos de também criar uma banda.

A mais relevante associação negativa que fizeram foi com a morte de John Lennon, recordando o local exacto onde estavam quando souberam que o Beatle tinha sido assassinado em 1980.

O estudo, considerado, segundo a agência France Press, um dos mais importantes sobre a memória, foi realizado com recurso à Internet, criando um site onde os inquiridos recordavam as suas memórias sobre os Beatles.

“Ficamos impressionados com a vivacidade das memórias evocadas, algumas das quais com mais de 40 anos”, disse a investigadora Catriona Morrison, da Universidade de Leeds, sublinhando a capacidade que a música tem de fazer reviver certas recordações do passado.

LUSA - Agência de Notícias de Portugal, S.A.

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Site dá créditos para quem baixar músicas que se tornem hits de sucesso

Ser um criador de tendências não é fácil. Como qualquer fashionista ou gadget cobiçado sabe, a roupa ou o eletrônico mais aguardado não surgem de graça. Ciente disso, um novo site está tentando ser lucrativo para fãs de música que sabem identificar o que fará sucesso: ele paga os usuários quando outras pessoas compram MP3 adquiridos por eles anteriormente.

O Popcuts, que começou a funcionar em agosto, cobra 99 centavos de dólar por download de música. Depois que você baixa uma canção, a cada vez que outra pessoa comprar a mesma música, aqueles que já tiverem feito o download dela receberão créditos que podem ser trocados por outros downloads no Popcut.

E apesar da forma de pagamento ser crédito para músicas, os fundadores do site pretendem remunerar os usuários com dinheiro.

Hannes Hesse, de 28 anos, um dos três fundadores da empresa, disse que a idéia para o site surgiu da vontade de alinhar o interesse dos artistas de venderem suas músicas ao de fãs que querem obtê-las gratuitamente.

“Achamos que esse novo incentivo para adquirir uma música legalmente pode atrair usuários que não estão mais acostumados a gastar dinheiro para ouvirem canções”, explicou Hesse.

A biblioteca do site ainda é pequena – inclui 700 faixas de 200 artistas – mas o Popcuts está acrescentando músicos à sua coletânea, por meio de um acordo feito recentemente com a distribuidora de músicas DashGo, e está em busca de parcerias com gravadoras

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Primeiro contrato assinado pelos Beatles vai a leilão em setembro

Londres, 12 Ago (Lusa) - O primeiro contrato assinado pelos Beatles com aquele que se tornaria o seu agente, Brian Epstein, para a gravação do seu primeiro disco, será leiloado a 04 de Setembro em Londres.

Trata-se da cópia do contrato respeitante a Epstein, que esperou seis meses para o assinar, até reunir as condições estipuladas pelo documento.

Epstein trabalhou incansavelmente para cumprir a sua parte do contrato até que, finalmente seguro de que a discográfica EMI editaria “Love me do”, a 01 de Outubro de 1962 o assinou.

O contrato está assinado por John Winston Lennon, George Harrison, James Paul McCartney e Richard Starkey (conhecido como Ringo Starr), e também pelos pais de Harrison e McCartney que deste modo expressam o seu consentimento, já que os respectivos filhos não tinham ainda 21 anos.

No documento, Epstein compromete-se a fazer a necessária publicidade do grupo e a aconselhar os músicos em questões de maquilhagem, acessórios e apresentação, em troca de 25% dos lucros da banda sempre que ultrapassassem as 200 libras semanais.

Se os bilhetes não chegassem às 100 libras semanais, Epstein aceitava cobrar apenas 15%, e se ganhassem entre as 100 e as 200 libras receberia 20%, especifica o contrato, que se espera atingir no leilão os 318.000 euros.

No mesmo leilão, que se realizaará na Idea Generation Gallery, será levado a praça o piano em que os quatro de Liverpool gravaram o chamado “álbum branco” e a canção “Hey Jude”, que completa este ano 40 anos.

O piano, em que também tocaram David Bowie, os Queen, Elton John e Harry Nilson, poderá atingir os 509.000 euros.

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Música que Phelps ouve na beira da piscina é doping?

Pequim - A cena é conhecida. E virou marca. Phelps remove os fones de ouvidos dois minutos antes de cada prova começar. Fez isso diversas vezes nos Jogos Olímpicos, nas eliminatórias, semifinais e finais das provas no ginásio Cubo d’Água.

Ganhou oito ouros. Quebrou recordes. Virou mito. Depois de 40 exames antidopings, antes e durante as competições, há quem acredite que o aditivo que move o corpanzil com tempos agora memoráveis nas piscinas sai dos dois pequenos alto falantes que entram pelas grandes orelhas e ocupam o cérebro.

O doping musical do garoto branco de Baltimore, 23 anos, é o negro rap. Ouvir música aumenta a capacidade de oxigênio no sangue e melhora a performance do atleta, segundo o Instituto Max Planck para Cognição Humana e Ciências do Cérebro, em Leipizig, na Alemanha. E isso é ilegal, atestam alguns especialistas.

Quem defende a tese é o doutor Alexei Koudinov, editor do Doping Journal Web site, baseado em Israel, que não tem dúvidas: “ouvir música com fones de ouvido antes do início de uma competição é método inválido e os ouros e recordes de Michael Phelps em Pequim são falsos. As medalhas deveriam ir para outros competidores”, escreveu.

Koudinov utiliza várias análises, entre as quais a do doutor Stefan Koelsch, do instituto alemão, para tentar enquadrar o uso da música como doping. Segundos os estudos, que divulgam como o corpo reage à música, os sons podem ter influências sobre a taxa de respiração, a qual altera os níveis de oxigênio no sangue. O relatório reporta mudanças claras na taxa de respiração durante a audição de músicas.

O artigo cita ainda pesquisas da Universidade de Pávia, na Itália, realizadas com crianças, que concluem que a retirada de um estímulo musical momentos antes de uma prova de natação induz aos efeitos reportados por Koelsch.

A pesquisa mostra que a música causa melhor saturação de hemoglobina com o parâmetro de oxigênio, comparado com iniciativas sem música, indicando incremento na taxa de transferência de oxigênio (método considerado proibido em competições de acordo com o Código Mundial Anti-Doping, artigo M1, atualizado em 2008).

A utilização da música minutos antes de uma competição ainda não foi avaliada pela Agência Mundial Anti-Doping (Wada).

Enquanto isso, Phelps dá play no seu ipod e recebe adrenalina na beira da piscina, ao som, entre outros, do rapper norte-americano Lil Wayne, que carrega tatuagens pelo corpo inteiro e tem cara de bad boy: ‘I’m me, so Who are you? You’re not me; You’re not me and I know that ain’t fair, but I don’t care’ (Eu sou eu, então quem é você? Você não é eu; Você não é eu e eu sei que não é justo, mas eu não ligo).

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Novo imortal da ABL tem obra voltada para a música

O jornalista Luiz Paulo Horta, escolhido hoje para ocupar a cadeira que era da escritora Zélia Gattai na Academia Brasileira de Letras (ABL), tem sua obra voltada para a música. Carioca nascido em 1943, estudou piano e teoria musical nos Seminários de Música Pro Arte e em 1970 passou a trabalhar como crítico do “Jornal do Brasil”. De 85 a 90, assinou a seção musical do Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro. Na década de 90, iniciou o trabalho como crítico musical do jornal “O Globo”, onde permanece até hoje. Horta é membro da Academia Brasileira de Música.

Conforme divulgado no site da ABL, em 1983 o jornalista publicou seu primeiro livro, “Caderno de Música”, e em seguida editou o “Dicionário de Música Zahar”. Escreveu também “Guia da Música Clássica em CD”, “Sete Noites com os Clássicos”, “Villa-Lobos, uma Introdução”, e organizou, com Luiz Paulo Sampaio, a edição brasileira do “Dicionário Grove de Música”.

Horta foi eleito com 23 votos. O segundo colocado foi o escritor Ziraldo, com 11 votos. Foram registrados ainda 4 votos nulos e um em branco. Trinta acadêmicos estiveram presentes. Os demais votaram por carta.

A vaga foi inaugurada pelo escritor Machado de Assis, que escolheu como patrono José de Alencar. Jorge Amado ocupou a vaga por quatro décadas e sua mulher, Zélia, o substituiu por sete anos. Nas prévias informais, Horta já aparecia como favorito. Também estavam no páreo os escritores Antônio Torres, a historiadora Isabel Lustosa e o crítico literário Fábio Lucas.

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Música de Mozart ajuda a curar doenças graves, dizem pesquisadores

…da Ansa, em Londres.

Especialistas do Instituto de Neurologia de Londres afirmam que a música de Wolfgang Amadeus Mozart (1756-1791) pode funcionar melhor que remédios tradicionais no tratamento de diversos males, até mesmo de doenças complexas como a epilepsia.

Segundo artigo publicado nesta quarta-feira (19) no jornal inglês “Independent”, os pesquisadores suspeitaram das qualidades terapêuticas da obra do compositor austríaco quando trataram um paciente de 46 anos que sofria de graves ataques epilépticos e não havia reagido bem a sete tipos de terapias (à base de remédios avançados), e nem mesmo a uma intervenção cirúrgica no cérebro.

Após uma acentuada e inexplicável melhora, os médicos descobriram que o paciente havia começado a escutar a música de Mozart durante cerca de 45 minutos por dia e que seu bem-estar vinha deste novo hábito.

A Universidade de Illinois (Estados Unidos) também relatou, após o caso do paciente inglês, uma situação parecida envolvendo uma criança portadora da síndrome de Lennox-Gastaut (variante rara da epilepsia).

Inteligência

Seguindo os indícios, os médicos descobriram que “doses” de Mozart aumentariam a capacidade matemática e visual, reduziriam o estresse e dores de artrite, além de produzir efeitos positivos no coração e em fetos, no caso de gravidez (estimulando o cérebro do bebê).

Em testes com ratos e carpas, verificou-se melhora no senso de orientação e humor (especialmente com as notas de Eine Kleine Nachtmusik).

A causa dos efeitos ainda não é tão clara, mas muitos especialistas afirmam que a zona do cérebro que recebe e processa a música é a mesma da percepção espacial, por exemplo. Os estímulos provocados pela complexa e refinada música de Mozart, sobretudo a sonata K448, teriam, portanto, um impacto benéfico na massa cinzenta, organizando e estimulando células nervosas precárias, em um processo comparável a impulsos elétricos.

Em testes com voluntários humanos, verificou-se que, ao escutar a sonata K448 para dois pianos, o quociente de inteligência do grupo cresceu entre oito e nove pontos. Sobre a exclusividade da música de Mozart, e não de outros compositores, os médicos arriscam que as composições do austríaco trazem uma peculiar técnica de construção musical, baseada em temas circulares com intervalos fixos e variações moduladas do motivo principal.

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Dorival não morreu… só atingiu a perfeição!

Dorival Caymmi

Dorival não morreu… só atingiu a perfeição! disse Gibson Bernardo, guitarrista de blues, jazz e rock em seu blog inguinoranssa.wordpress.com. Gibson lembrou, também, a famosa medida de tempo baiana: devagar, devagar quase parando, e Dorival Caymmi.

Ainda Caymmi

Segundo Caetano Veloso podemos creditar a Caymmi, por exemplo: a combinação reveladora de sutilezas impressionistas com rudeza, tal como se ouve nas ‘canções praieiras’. A previsão da bossa nova no casamento do coloquialismo natural com a sofisticação composicional, como perceptível nos sambas-canções dos anos 40 e 50. A mescla de canto operístico com intimidade. E ainda…

“A contribuição para a criação do autor-cantor (que em língua espanhola e italiana se chama de ‘cantautor’): Caymmi é o único que conheço que foi, ao mesmo tempo, o Gershwin e o Bing Crosby (ou Al Johlson), uma prefiguração do que seríamos os autores-cantores dos anos 60 em diante, Gilberto Gil, Bob Dylan, João Bosco… Há o caso dos bluesmen, como Robert Johnson, ou dos trovadores franceses, como George Brassens. Mas, sem entrar no mérito da qualidade artística intrínseca de nenhum deles, Caymmi foi algo que eles não foram: um autor como Cole Porter ou Ary Barroso, abrangente, variegado.

E foi o que nem Barroso nem Porter puderam ser: o melhor intérprete de suas próprias canções, sobretudo quando sozinho com seu violão. E aquela voz de Caymmi, aquela voz de caverna (que seus três filhos herdaram), voz de caverna marítima, como aquela que, ecoando o ronco das ondas, soa como um rugido de leão, na costa da ilha de Fernando de Noronha, Gruta Azul. A voz de Caymmi é uma Gruta Azul com cantos napolitanos de barqueiros dentro, barqueiros que pensam que enganam os turistas. Caymmi era uma rocha e um anjo. Demasiado material, demasiado espiritual. Caymmi é um núcleo do Brasil. Caymmi será o Mundo. Quem disse melhor sobre suas canções foi Arnaldo Antunes: Não parece coisa feita por gente.”

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