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	<title>Blog da Companhia das Cordas</title>
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	<description>Tudo o que rola na Escola e no mercado de música você conhece aqui.</description>
	<pubDate>Fri, 02 Sep 2011 17:29:57 +0000</pubDate>
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	<language>en</language>
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		<title>Fuzzy Duck  - Pato esquecido</title>
		<link>http://www.companhiadascordas.com.br/blog/2011/09/02/fuzzy-duck-pato-esquecido/</link>
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		<pubDate>Fri, 02 Sep 2011 17:29:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>simone</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Rock'n Roll Lado B]]></category>

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		<description><![CDATA[Essa maravilhosa banda Inglesa formada em 1970 é, sem sombra de dúvida, uma das pérolas esquecidas da história do Hard Rock.  Em sua curta trajetória, deixaram apenas um único álbum homônimo e alguns singles, gravados no final de 71, no mesmo ano em que decretaram o fim da banda. 
Formada por Grahame White (guitarra), [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><div id="attachment_550" class="wp-caption alignnone" style="width: 363px"><img src="http://www.companhiadascordas.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/09/fuzzy.jpg" alt="Fuzzy Duck" title="Fuzzy Duck" width="353" height="351" class="size-full wp-image-550" style="float:right"/><p class="wp-caption-text">Fuzzy Duck</p></div>Essa maravilhosa banda Inglesa formada em 1970 é, sem sombra de dúvida, uma das pérolas esquecidas da história do Hard Rock.  Em sua curta trajetória, deixaram apenas um único álbum homônimo e alguns singles, gravados no final de 71, no mesmo ano em que decretaram o fim da banda. </p>
<p>Formada por Grahame White (guitarra), Mick Hawksworth (baixo), Roy Sharland (teclados) e Paul Francis (bateria), assinaram em 1970 com a MAM Records, subsidiária da DECCA na Inglaterra. Pouco antes do lançamento do disco Grahame White deixa a banda (mais tarde viria a tocar com &#8220;Capability Brown&#8221;, &#8220;Krazy Kat&#8221; e &#8220;Jackie Lynton Band&#8221;) e foi substituído por Garth Watt- Roy(que mais tarde formaria  o &#8220;The greatest show on earth&#8221; junto com seu irmão Norman Watt-Roy). </p>
<p>Com sua sonoridade marcante que fundiam elementos progressivos com flertes no psicodélico e guitarras &#8220;bluesy&#8221; com riffs pesados,tudo isso temperado com o maravilhoso som do orgão Hammond, que muito nos lembrava os primórdios de bandas como Atomic Rooster, Vanilla Fudge e Uriah Heep ( que serão matérias de futuras publicações).</p>
<p>Em suma, um excelente disco que agrada em cheio aos amantes do Hard setentista.<br />
Interessante observar que todos os membros da banda já haviam passado por bandas memoráveis antes de formarem o Fuzzy Duck,então vejamos:Grahame White e Mick Hawksworth são egressos do maravilhoso Andromeda, Paul Francis já comandara a bateria do Tuck Buzzard e Roy Sharland havia tocado no embrião do que seria o Uriah Heep que na época chamava-se Spice.</p>
<p>Eles não ficaram mais de dois anos juntos, mas o Fuzzy Duck acabou sendo um trampolim para  diversos outros projetos  futuros e  todos os seus integrantes tiveram uma longa vida no Rock&#8217;n'Roll. Um disco memorável e obrigatório em toda coleção de Hard Rock 70.</p>
<p>Um grande abraço e até a próxima!</p>
<p>Marcelo Pizarro</p>
<h3>Baixe e ouça algumas músicas de Fuzzy Duck</h3>
<ul>
<li>Time will be your doctor <a href='http://www.companhiadascordas.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/09/fuzzyduck_-_01_timewillbeyourdoctor.mp3'>[baixar]</a></li>
<li>Mr Sprout <a href='http://www.companhiadascordas.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/09/fuzzyduck_-_02_mrsprout.mp3'>[baixar]</a></li>
<li>Afternoon out <a href='http://www.companhiadascordas.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/09/fuzzyduck_-_04_afternoonout.mp3'>[baixar]</a></li>
</ul>
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		</item>
		<item>
		<title>Hawkwind - uma instituição do rock inglês</title>
		<link>http://www.companhiadascordas.com.br/blog/2011/06/13/hawkwind-uma-instituicao-do-rock-ingles/</link>
		<comments>http://www.companhiadascordas.com.br/blog/2011/06/13/hawkwind-uma-instituicao-do-rock-ingles/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 13 Jun 2011 17:14:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>simone</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Rock'n Roll Lado B]]></category>

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		<description><![CDATA[O lado B deste mês trata desta verdadeira instituição do Rock Inglês, o decano do Space Rock, o genial &#8220;Hawkwind&#8221;. Formado no final dos anos 60 pelo guitarrista David Brock e pelo saxofonista Nik Turner, depois de algumas mudanças de nome e de muitas mudanças de integrantes, a banda se mantém em atividade até os [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><div id="attachment_541" class="wp-caption alignright" style="width: 310px"><a href="http://www.companhiadascordas.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/06/dave_brock_hawkwind-trat.jpg"><img src="http://www.companhiadascordas.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/06/dave_brock_hawkwind-trat.jpg" alt="Dave Brock - Hawkwind" title="Dave Brock - Hawkwind" width="300" height="400" class="size-full wp-image-541" style="float:right"/></a><p class="wp-caption-text">Dave Brock - Hawkwind</p></div><br />
O lado B deste mês trata desta verdadeira instituição do Rock Inglês, o decano do Space Rock, o genial &#8220;Hawkwind&#8221;. Formado no final dos anos 60 pelo guitarrista David Brock e pelo saxofonista Nik Turner, depois de algumas mudanças de nome e de muitas mudanças de integrantes, a banda se mantém em atividade até os dias de hoje, resistindo aos modismos e permanecendo fiel a sua proposta inicial, com seu som inconfundível, misturando &#8220;riffs&#8221; pesados com fraseados de guitarra e teclados, além de letras delirantes inspiradas em ficção científica, fantasia e física quântica, sempre sob a liderança de David Brock. Em suas muitas formações já passaram figuras como o escritor Michael Moorcock, o poeta e vocalista &#8220;Bob Calvert&#8221;, o grande baterista &#8220;Ginger Baker” (Cream) e é claro o baixista e vocalista &#8220;Lemmy Kilmister&#8221;, futuro fundador da banda &#8220;Motorhead&#8221;. </p>
<p>Embora nunca tenha encerrado suas atividades, o Hawkwind passou um tempo sem alcançar grande repercussão em meados dos anos 80, mas voltaram a velha forma com o álbum &#8220;Space bandits&#8221; de 1990 e trabalhos seguintes como o genial &#8220;The chronicle of the black sword&#8221;, inspirado no personagem &#8220;Elric&#8221; de Michael Moorcock, que foram o suficiente para renovar o interesse pela banda. Mais de 40 anos de estrada, mais de 20 álbuns lançados e os mais representativos músicos do cenário do rock mundial e você pode estar se perguntando agora, como nunca ouvi falar desses caras? Esta é uma ótima oportunidade para conhecê-los.</p>
<p>Um grande abraço e até a próxima!</p>
<p>Marcelo Pizarro</p>
<h3>Baixe e ouça algumas músicas de Hawkwind</h3>
<ul>
<li>Silver machine <a href='http://www.companhiadascordas.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/06/05-hawkwind-silver-machine.mp3'>[baixar]</a></li>
<li>Master of the universe <a href='http://www.companhiadascordas.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/06/hawkwind-master-of-the-universe.mp3'>[baixar]</a></li>
<li>Motorhead <a href='http://www.companhiadascordas.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/06/hawkwind-motorhead.mp3'>[baixar]</a></li>
</ul>
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		</item>
		<item>
		<title>Frank Marino &#038; Mahogany Rush</title>
		<link>http://www.companhiadascordas.com.br/blog/2011/03/09/frank-marino-mahogany-rush/</link>
		<comments>http://www.companhiadascordas.com.br/blog/2011/03/09/frank-marino-mahogany-rush/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 09 Mar 2011 17:49:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>simone</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Rock'n Roll Lado B]]></category>

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		<description><![CDATA[
Trata-se do excelente &#8220;Power trio&#8221; canadense formado por Frank Marino (guitarra e voz), Paul Harwood (baixo) e Jimmy Ayoub (bateria). 
Este é um daqueles casos clássicos de uma gritante falta de reconhecimento a este que foi um dos maiores guitarristas de rock de todos os tempos. Frank Marino e sua Mahogany Rush, apesar de serem [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.companhiadascordas.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/03/frank_marino_and_mahogany_rush-tales_of_the_3.jpg"><img src="http://www.companhiadascordas.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/03/frank_marino_and_mahogany_rush-tales_of_the_3.jpg" alt="" title="" width="350" height="350" class="alignnone size-full wp-image-531" style="float:right" /></a><br />
Trata-se do excelente &#8220;Power trio&#8221; canadense formado por Frank Marino (guitarra e voz), Paul Harwood (baixo) e Jimmy Ayoub (bateria). </p>
<p>Este é um daqueles casos clássicos de uma gritante falta de reconhecimento a este que foi um dos maiores guitarristas de rock de todos os tempos. Frank Marino e sua Mahogany Rush, apesar de serem contratados pela CBS em grande parte de sua carreira, nunca foram reconhecidos como deveriam fora dos EUA, não despontando nem mesmo em seu país de origem, o Canadá. Juntando-se a isso uma grande dificuldade de se encontrar os seus principais álbuns na Europa, no Japão e o que dizer então de América do Sul.</p>
<p>Apesar de tudo isso Frank Marino encantava a todos por onde passava. Dono de uma vóz possante como a dos velhos cantores de blues e de uma guitarra que ia desde os riffs &#8220;a la Hendrix&#8221;, passeando pelo Hard rock e pelo Jazz com um virtuosismo incrível, certamente influenciando toda uma geração de guitarristas como Paul Gilbert, Stevie Vai, Zakk Wylde, entre muitos outros.</p>
<p>Somando-se a isto tudo um grande amor pela música  e pelos palcos sempre realizando shows com aquela garra que os mantiveram em atividade até os dias de hoje. Seus principais álbuns são &#8220;Maxoom 73&#8243;, &#8220;Child of the novelty 74&#8243;, &#8220;Strange universe 75&#8243;, &#8220;World anthem 77&#8243; &#8221; Live 78&#8243; e &#8220;Tales of the unexpected 79&#8243;.</p>
<p>Um grande abraço e até mais!</p>
<p>Marcelo Pizarro</p>
<h3>Baixe e ouça algumas músicas de Frank Marino &#038; Mahogany Rush</h3>
<ul>
<li>Strange Dreams <a href='http://www.companhiadascordas.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/03/01-strange-dreams.mp3'>[baixar]</a></li>
<li>Stories of a hero <a href='http://www.companhiadascordas.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/03/03-stories-of-a-hero.mp3'>[baixar]</a></li>
<li>Red house<a href='http://www.companhiadascordas.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/03/04-red-house.mp3'>[baixar]</a></li>
</ul>
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		</item>
		<item>
		<title>Deus da guitarra se reinventa aos 65 anos</title>
		<link>http://www.companhiadascordas.com.br/blog/2010/10/20/deus-da-guitarra-se-reinventa-aos-65-anos/</link>
		<comments>http://www.companhiadascordas.com.br/blog/2010/10/20/deus-da-guitarra-se-reinventa-aos-65-anos/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 20 Oct 2010 14:00:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Michelle</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Miscelânea]]></category>

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		<description><![CDATA[O que mais pode almejar um guitarrista que, ainda jovem, foi chamado de Deus em uma pichação em Londres? Em seu primeiro disco de inéditas em cinco anos, Eric Clapton mostra que, aos 65 anos, está pronto para mudar seus rumos.
Consagrado pelo blues-rock ouvido em clássicos como &#8220;Lay Down Sally&#8221; e &#8220;Cocaine&#8221;, de seu amigo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O que mais pode almejar um guitarrista que, ainda jovem, foi chamado de Deus em uma pichação em Londres? Em seu primeiro disco de inéditas em cinco anos, Eric Clapton mostra que, aos 65 anos, está pronto para mudar seus rumos.</p>
<p>Consagrado pelo blues-rock ouvido em clássicos como &#8220;Lay Down Sally&#8221; e &#8220;Cocaine&#8221;, de seu amigo J.J. Cale, Eric flerta com segurança com o jazz no recém-lançado Clapton.</p>
<p>O disco leva o nome do guitarrista inglês porque foi ele quem cuidou de tudo, da composição à produção, até a seleção de convidados. E no elenco do disco está em parte a responsabilidade pela mudança de sonoridade de um dos maiores guitarristas de todos os tempos.</p>
<p>O trompetista Wynton Marsalis e o pianista Allen Toussaint são dois dos mais importantes músicos de Nova Orleans e ajudam a dar a cara de jazz a este novo Eric Clapton que se apresenta no 19º álbum da carreira. Também estão no álbum o guitarrista Derek Trucks, do Allman Brothers, e a cantora Sheryl Crow, com quem já teve um romance. J.J. Cale, o ídolo de quem já gravou &#8220;Cocaine&#8221; e &#8220;After Midnight&#8221;, aparece em &#8220;River Runs Deep&#8221;.</p>
<p>Da abertura, com &#8220;Travelin&#8217; Alone&#8221;, a &#8220;Autumn Leaves&#8221;, a última das 14 faixas, o álbum revela um Clapton que se consegue se reinventar. Um músico que poderia ter se acomodado e agradaria seu público fazendo o velho som que o consagrou. Mas que decidiu, aos 65 anos, abrir um novo caminho. &#8220;Acho que este é um disco que vai surpreender muitos fãs. Na verdade, surpreendeu a mim mesmo&#8221;, afirmou o guitarrista. Uma agradável surpresa. </p>
<p>Fonte: Rodrigo Borges para o Destak Jornal - Publicado em 20/10/2010</p>
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		</item>
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		<title>Wishbone Ash</title>
		<link>http://www.companhiadascordas.com.br/blog/2010/10/19/wishbone-ash/</link>
		<comments>http://www.companhiadascordas.com.br/blog/2010/10/19/wishbone-ash/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 19 Oct 2010 13:36:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>simone</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Rock'n Roll Lado B]]></category>

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		<description><![CDATA[
Apesar de não serem muito conhecidos pelo grande público o Wishbone Ash tem uma vasta discografia, muitos fãs pelo mundo e acima de tudo um grande amor pela música e pelos palcos, o que proporcionou uma carreira ininterrupta desde 1970 até os dias de hoje, com álbuns que são verdadeiras obras primas na história do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.companhiadascordas.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/10/wishbone-ash02trtada2.jpg" alt="" title="Wishbone ash - Argus" width="317" height="317" class="alignnone size-full wp-image-520" style="float:right"/><br />
Apesar de não serem muito conhecidos pelo grande público o Wishbone Ash tem uma vasta discografia, muitos fãs pelo mundo e acima de tudo um grande amor pela música e pelos palcos, o que proporcionou uma carreira ininterrupta desde 1970 até os dias de hoje, com álbuns que são verdadeiras obras primas na história do Hard Rock e ainda alguns ótimos registros de shows ao vivo.</p>
<p>A banda começou em 1966 com os irmãos Glen Turner (guitarra), Martin Turner (baixo e vocal) e Steve Upton (bateria) na pequena cidade de Exetel na Inglaterra e chamava-se &#8220;Empty Vessels&#8221;. Esse nome não duraria muito e partiram para Londres já com o nome de &#8220;Tanglewood&#8221;. O grupo já estava quase desistindo quando foram convidados a abrir um show do &#8220;The Yardbirds&#8221;. Miles Copeland, que ficou muito impressionado com o show, ofereceu-se como empresário da banda. Nesse momento o guitarrista Glen Turner deixa a banda e a dupla Martin e Steve fica em Londres para continuar o projeto. Eles precisavam de um novo guitarrista e Miles distribui panfletos pela cidade convocando os candidatos. Durante as audições gostaram muito de dois guitarristas: David Ted Turner e Andy Powell. Eles decidiram não contratar um tecladista e ficaram com os dois.</p>
<p>As influências musicais dos novos integrantes foram incorporadas ao som do grupo. Powell com o &#8220;Soul&#8221; e David mais próximo do &#8220;Blues&#8221; norte americano que fundiram-se perfeitamente ao estilo Hard Rock e que já tinha umas pitadas de Jazz. Nesta fusão de estilos diferentes nasceu oficialmente o Wishbone Ash.</p>
<p>No início sofreram bastante por falta de espaço para tocar em Londres até que Miles fez um contato com o produtor do Deep Purple que gostou muito do som do grupo e os indicou à gravadora Decca. O curioso é que fecharam o primeiro contrato nos EUA e não na Inglaterra.</p>
<p>Apesar do perfeito entrosamento entre baixo e bateria, com grooves que passeiam por vários estilos entre o Hard e o Jazz, o ponto alto dos arranjos do Wishbone Ash, com certeza, era o perfeito entrosamento entre as duas guitarras e apesar de a origem do termo &#8220;Guitarras gêmeas&#8221; ser muito discutido entre pesquisadores, críticos e colecionadores, que creditam sua origem a grupos como &#8220;The Allman Brothers Band&#8221;, &#8220;Lynyrd Skynyrd&#8221;, &#8220;Thin Lyzzy&#8221; entre outros, são categóricos em afirmar que foi o Wishbone Ash quem solidificou esse estilo principalmente no terceiro LP da banda &#8220;Argus&#8221;.</p>
<p>Após várias mudanças de integrantes, o que obviamente alterou significativamente o estilo da banda, uma coisa nunca mudou. A vontade de cair na estrada e fazer o que eles mais sabem, &#8220;Rock&#8217;n'Roll&#8221;.</p>
<p>Um grande abraço e até a próxima!</p>
<p>Marcelo Pizarro</p>
<h3>Baixe e ouça algumas músicas do Wishbone Ash</h3>
<ul>
<li>Blowin Free  <a href='http://www.companhiadascordas.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/10/wishbone-ash-blowin-free.mp3'>[baixar]</a></li>
<li>Sometime World <a href='http://www.companhiadascordas.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/10/wishbone-ash-sometime-world.mp3'>[baixar]</a></li>
<li>The king will come <a href='http://www.companhiadascordas.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/10/wishbone-ash-the-king-will-come.mp3'>[baixar]</a></li>
</ul>
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		</item>
		<item>
		<title>Mike Stern encerra Mostra de Música em Olinda</title>
		<link>http://www.companhiadascordas.com.br/blog/2010/09/10/mike-stern-encerra-mostra-de-musica-em-olinda/</link>
		<comments>http://www.companhiadascordas.com.br/blog/2010/09/10/mike-stern-encerra-mostra-de-musica-em-olinda/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 10 Sep 2010 16:15:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>simone</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Miscelânea]]></category>

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		<description><![CDATA[O guitarrista de jazz norte-americano Mike Stern é a grande atração de encerramento da sétima edição da Mostra Intenacional de Música em Olinda (Mimo).  Considerado um dos maiores instrumentistas do estilo em atividade hoje, ele já acompanhou músicos como George Coleman e Joe Henderson, além de já ter feito parte da banda de Miles [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O guitarrista de jazz norte-americano Mike Stern é a grande atração de encerramento da sétima edição da Mostra Intenacional de Música em Olinda (Mimo).  Considerado um dos maiores instrumentistas do estilo em atividade hoje, ele já acompanhou músicos como George Coleman e Joe Henderson, além de já ter feito parte da banda de Miles Davis. Stern se apresenta nesta terça na praça principal da cidade pernambucana, em seu primeiro show realizado no nordeste do Brasil. Em entrevista coletiva antes da apresentação, ele se declarou emocionado por poder participar de um festival com o formato da Mimo, que investe principalmente num formato de show menores, o que aproxima os artistas do público. “Realmente, exsite aqui a possibilidade de você se conectar com as pessoas para quem se está tocando. Para mim, música é isso, é conexão com as pessoas, é saber o equilíbrio entre o que você quer tocar e aquilo que as pessoas querem ouvir”.<br />
O americano afirmou ainda que essa conexão com o público é ainda mais importante no caso do jazz, que, segundo ele,  é um estilo que requer um certo investimento das pessoas para se começar a apreciar. “O jazz não pega você de primeira, como a música pop. Ele é um gosto que se assimila, que se aprende ao longo do tempo. Nesse tipo de música é ainda mais importante ficar atento à resposta do público”.<br />
Stern fecha o festival no mesmo palco onde se apresentaram Tom Zé e a Orquetra Contemporânea de Olinda. A Mimo contou ainda com apresentações em 17 igrejas e outros monumentos históricos da cidade, além de uma mostra de cinema com filmes que têm a música como temática e uma etapa educativa que ministrou cursos, oficinas e master classes para 700 pessoas. Neste ano se apresentaram ainda nomes como McCoy Tyner, Wagner Tiso, Dado Villa-Lobos e Leonardo Altino. Todos os eventos foram gratuitos e abertos ao público.</p>
<p>Fonte: A Tarde Online, repórter Thiago Fernandes</p>
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		<title>Um bom planejamento evita desperdício de tempo</title>
		<link>http://www.companhiadascordas.com.br/blog/2010/08/26/um-bom-planejamento-evita-desperdicio-de-tempo/</link>
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		<pubDate>Thu, 26 Aug 2010 16:10:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>simone</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Miscelânea]]></category>

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		<description><![CDATA[O professor Celso Leal propõe caminhos para ajudar alunos e músicos no planejamento e organização de seus estudos a partir de metas de curto e de longo prazo. Esse será o tema da sua palestra que acontecerá na Unidade Alto de Pinheiros, 30 de setembro, 5ª feira, às 21:00.
Um plano de estudo é como a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O professor Celso Leal propõe caminhos para ajudar alunos e músicos no planejamento e organização de seus estudos a partir de metas de curto e de longo prazo. Esse será o tema da sua palestra que acontecerá na Unidade Alto de Pinheiros, 30 de setembro, 5ª feira, às 21:00.</p>
<p>Um plano de estudo é como a escolha de um caminho. Pode nos levar ao lugar idealizado rapidamente ou não. No que se refere ao desenvolvimento musical, nosso objetivo deve ser o de aproveitamento ideal do tempo. A falta de planejamento ou um planejamento falho pode gerar pouco ou muito pouco resultado em função do tempo empenhado. Então, temos que planejar. Mas como evitar erros no planejamento? Esse é o objetivo de nossa palestra “Otimize seus estudos de música”.</p>
<p>Conteúdos:</p>
<p>    * Tocar Versus Estudar<br />
    * Disciplina e sofrimentos<br />
    * Um bom planejamento evita desperdício de tempo<br />
    * Carga de trabalho semanal<br />
    * Infraestrutura para os estudos<br />
    * Cuidados<br />
    * Rotina<br />
    * Auto avaliação<br />
    * Estabelecimento de Metas<br />
    * Metas de longo e curto prazo<br />
    * Conteúdos pré-requisitos<br />
    * Pesquisa<br />
    * Programas de estudo e de conteúdos<br />
    * Aferindo resultados<br />
    * Replanejamento</p>
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		<title>Arranco de Varsóvia canta Martinho da Vila</title>
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		<pubDate>Mon, 16 Aug 2010 15:00:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>simone</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Miscelânea]]></category>

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		<description><![CDATA[Um dos melhores grupos vocais do samba carioca, o Arranco de Varsóvia, tem uma longa folha de serviços prestados à música do Rio de Janeiro, e agora lança um novo disco, com essa excelente homenagem a Martinho da Vila, com um ótimo arranjo dos seus clássicos &#8220;Canta canta, minha gente&#8221; e &#8220;Casa de bamba&#8221;, com as [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Um dos melhores grupos vocais do samba carioca, o Arranco de Varsóvia, tem uma longa folha de serviços prestados à música do Rio de Janeiro, e agora lança um novo disco, com essa excelente homenagem a Martinho da Vila, com um ótimo arranjo dos seus clássicos &#8220;Canta canta, minha gente&#8221; e &#8220;Casa de bamba&#8221;, com as vozes em perfeita harmonia renovando as melhores tradições do samba.</p>
<p>Ouça uma faixa no site do Sintonia Fina, clique <a href="http://www.sintoniafina.com.br/index.php?pilindex=0" target="_blank">aqui</a>.</p>
<p>Fonte: Sintonia Fina com Nelson Motta</p>
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		<title>Highway Robbery</title>
		<link>http://www.companhiadascordas.com.br/blog/2010/07/19/highway-robbery/</link>
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		<pubDate>Mon, 19 Jul 2010 22:11:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>simone</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Rock'n Roll Lado B]]></category>

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		<description><![CDATA[É muito difícil acreditar que bandas deste calibre gravam apenas um álbum e depois desaparecem sem deixar vestígios. Assim foi com a banda americana Highway Robbery. Projeto do guitarrista Michael Stevens, que, com muitas composições prontas e insatisfeito com seus projetos anteriores, resolveu investir suas fichas num power trio, onde pudesse tocar suas músicas ao [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.companhiadascordas.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/07/highway_robbery.jpg"><img src="http://www.companhiadascordas.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/07/highway_robbery.jpg" alt="" title="Highway Robbery" width="317" height="320" class="alignnone size-full wp-image-508" style="float:right" /></a>É muito difícil acreditar que bandas deste calibre gravam apenas um álbum e depois desaparecem sem deixar vestígios. Assim foi com a banda americana Highway Robbery. Projeto do guitarrista Michael Stevens, que, com muitas composições prontas e insatisfeito com seus projetos anteriores, resolveu investir suas fichas num <em>power trio</em>, onde pudesse tocar suas músicas ao estilo de bandas como Grand Funk Railroad - que por sinal estavam bombando nos EUA na época. </p>
<p>Para esta empreitada foram convidados o baterista Dom Francisco e o baixista John Livingston, ambos envolvidos em projetos menores, e o resultado foi um <em>Hard Rock</em> vigoroso, com <em>riffs</em> marcantes de guitarra, belos vocais e uma cozinha arrasadora. A banda logo impressionou empresários ligados a RCA Victor, que mesmo não dando o mesmo suporte que eram dados aos principais artistas do seu <em>cast</em>, lançaram em 1972 o álbum For love or money, uma verdadeira pérola na história do <em>rock&#8217;n'roll</em>.</p>
<p>Infelizmente para o rock o disco não emplacou. Já em 73 os músicos debandaram, desiludidos pela má aceitação e pela dispensa da RCA. Pouco se sabe dos reais motivos das baixas vendas e dos shows que a banda fez para promover o disco. Talvez o mercado estivesse saturado ou talvez eles estivessem um pouco à frente da sua época, mas isso jamais saberemos.</p>
<p>Depois do desmanche do Highway Robbery, Don Francisco trabalhou com vários artistas de renome como Linda Ronstadt, David Palmer (Steely Dan) entre outros. John Livingston se firmou como produtor musical e músico de estúdio. Sobre Michael Stevens muito pouco se sabe após a experiência com a banda.</p>
<p>Um grande abraço e até a próxima!</p>
<p>Marcelo Pizarro</p>
<h3>Baixe e ouça algumas músicas do Highway Robbery</h3>
<ul>
<li>Fifteen <a href='http://www.companhiadascordas.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/07/02-fifteen.mp3'>[baixar]</a></li>
<li>Lazy Woman<a href='http://www.companhiadascordas.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/07/04-lazy-woman.mp3'>[baixar]</a></li>
<li>Promotion Man<a href='http://www.companhiadascordas.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/07/08-promotion-man.mp3'>[baixar]</a></li>
</ul>
<p><iframe src="http://www.facebook.com/plugins/like.php?href=http%3A%2F%2Fwww.companhiadascordas.com.br%2Fblog%2Fsecao%2Frockn-roll-lado-b%2F&amp;layout=standard&amp;show_faces=true&amp;width=450&amp;action=like&amp;colorscheme=light&amp;height=80" scrolling="no" frameborder="0" style="border:none; overflow:hidden; width:450px; height:80px;" allowTransparency="true"></iframe></p>
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		</item>
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		<title>A música de volta à escola</title>
		<link>http://www.companhiadascordas.com.br/blog/2010/07/12/a-musica-de-volta-a-escola/</link>
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		<pubDate>Tue, 13 Jul 2010 01:46:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>simone</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Miscelânea]]></category>

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		<description><![CDATA[Depois de quase quatro décadas em extinção no currículo escolar, disciplina de musicalização volta ao ensino a partir do ano que vem]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h3>Depois de quase quatro décadas em extinção no currículo escolar,  disciplina de musicalização volta ao ensino a partir do ano que vem</h3>
<p>A música não faz bem apenas para os ouvidos. Ajuda também a criança a desenvolver a coordenação motora, a expressão corporal, o raciocínio e a matemática. Esta nova visão sobre os benefícios da musicalização ajudou na aprovação de uma nova lei que vai entrar em vigor no ano que vem: todas as escolas terão de incluir a disciplina de Música no currículo escolar. </p>
<p>A Música existiu nas escolas até 1972. Depois disso, foi incluída timidamente nas disciplinas de Educação Artística e Arte. A velha visão polivalente da matéria agora será substituída pela lei 11.769, de 2008, que alterou a Lei de Diretrizes e Bases e incluiu a música como ensino obrigatório em 2011.</p>
<p>A lei é sucinta. Não cita para quais séries é destinada nem o formato e o conteúdo das aulas. O Ministério da Educação (MEC) recomenda apenas que os alunos recebam noções básicas de música, dos hinos cívicos, dos sons de instrumentos de orquestras e os sons folclóricos e regionais. As diretrizes mais específicas serão traçadas pelos conselhos municipais e estaduais de Educação.</p>
<p>A nova lei gera uma demanda de professores especializados. Mesmo não exigindo que os professores de Música sejam graduados na área (ela apenas que tenham formação em Arte) a tendência é que os cursos universitários de Licenciatura em Música vão começar a ter uma procura grande. Não há estatísticas que comprovem o déficit de professores licenciados em Música. O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) sabe somente que dos 1,4 milhão de professores da ativa, 39,3 mil são licenciados em Arte. Há quatro anos, o Brasil possuía 42 cursos de Licenciatura em Música, com 1.641 vagas.</p>
<p>Fonte: Gazeta do Povo</p>
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